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Renováveis na Esperança

O nosso vício do petróleo está a drenar todas as gotas. A corrida para a energia verde está a levantar importantes questões financeiras na Europa. Um aumento na produção de biocombustíveis poderá seguir o aumento do preço do petróleo. O défice alimentar está a agravar-se. Mervyn King afirma que o nível de vida poderá não voltar a recuperar da crise.

A esperança… que deve ser a última a desvanecer… quando para alguém passa ser o único porto seguro deixa de ser esperança e passa a ser quase apenas puro desespero… uma ilusão…
Estará este nosso mundo agarrado à esperança de que as energias renováveis conseguem salvar este sistema económico e social?
Infelizmente tenho-me deparado com cada vez mais pessoas agarradas a essa esperança, o que em muitos casos já profundamente ultrapassou a fronteira da esperança, tal a convicção com que é defendida, que mais parece um puro desespero sustentado por vezes em meras ilusões sonhadoras desprendidas da realidade das coisas e deste sistema…

Escrito isto…

Actualmente o fornecimento de energia providencia o equivalente a 22 mil milhões de escravos, de acordo com o antigo homem do petróleo Colin Campbell.
A noção que um problema fundamental se está a avolumar, em que um aumento da procura supera uma oferta incapaz de crescer, conduzirá a uma carência na oferta do sangue que faz mover a economia global.
A descoberta de novos poços de petróleo atingiu o seu pico em meados da década de 1960, e tendo por base várias estimativas, ou estamos lá muito perto, ou então já estamos a vivenciar o pico da produção mundial de petróleo. A seguir, a disparidade entre a procura e a oferta aumentará inexoravelmente.
Hoje em dia as principais preocupações são que um aumento no preço do petróleo, impulsionado pelas sublevações no Médio Oriente, possa fazer perigar a “recuperação” económica. Mas existe uma ameaça muito maior e sistémica do pico e declínio da produção global de petróleo. O conduzir até ao supermercado, a quantidade de alimentos nas prateleiras, até mesmo como de manhã lavamos os dentes – toda a natureza da vida moderna nos países ricos está dependente da existência de petróleo barato e abundante.
In The Guardian

Abri com esta explicação de modo a contextualizar parte dos problemas que estão, ou irão em breve ser colocados à nossa forma de vida, a este sistema e a este paradigma social.
É quando confrontados com estes problemas que muitos adoptam o caminho da esperança, que pode ser ilusória, sem que para tal se baseiem em factos, apenas em desejos. Depois tomam opções de vida com base em um “quase nada”…
Eis então que surgem as renováveis que irão gradualmente substituir os 22 milhões de escravos que o petróleo providencia… a esperança de muitos… também a minha esperança mas não são certamente parte da minha certeza…

Nos últimos anos, o espectacular crescimento no número e tamanho das fontes de energia renovável na União Europeia — especialmente as solar e eólica — impulsionadas por gordos subsídios e retórica sobre as alterações climáticas, por parte dos governos, deixaram as redes de distribuição de electricidade em maus lençóis.
(…)”são necessários e urgentes avultados investimentos na rede de distribuição.”
Os custos estimados para o fortalecimento, melhoramento e eficiência das redes de distribuição chegam aos 100 mil milhões de euros, apenas para a próxima década, numa época em que os orçamentos estão estrangulados e em que os Estados impõem ou contemplam reduções nos seus esquemas de subsídios.
In Scientific American

Um dos problemas, que por norma escapa a quem se agarra intensamente à esperança das renováveis, é que uma contracção na oferta de petróleo é igual a uma redução no crescimento, o que por si conduz a uma redução da capacidade de investimento dos Estados e dos privados. Numa época de contracção não é socialmente sustentável, quanto mais aceite, que uma boa parte do excedente disponível (monetário) tenha de ser retirado aos benefícios sociais para se poder continuar a desenvolver as energias alternativas. Num mundo em contracção, um dos lados terá sempre de perder em favor do outro. Qual deles?
Estarão as pessoas dispostas a abdicar dos seus benefícios sociais?
A história diz-nos que não sem que tal não conduza a revoluções… que são, nesta altura do campeonato, do pior que pode acontecer com o excedente para o investimento.

(A Alemanha) produz usualmente pouco mais de 5 giga watts de energia eólica, e quando recentemente a produção disparou para um recorde de 20 GW num fim de semana particularmente ventoso, as ligações às redes fronteiriças dos países vizinhos tiveram de ser desligadas por não conseguirem lidar com o aumento de energia disponibilizado.
In Scientific American

Outro dos pontos usualmente negligenciado é o da volatilidade das fontes primárias de energia renovável, solar e eólica, com a sua produção a ser afectada positiva e negativamente consoante os dias, o tempo… não são estáveis. Este sistema social e económico não sustenta a instabilidade… Depois ainda não existe uma forma economicamente viável, nem mesmo exequível em larga escala, de armazenamento do excedente de energia gerado por estas fontes.
Infelizmente nenhuma das soluções eólica e solar actualmente disponíveis dispensam a existência dos combustíveis fósseis e ficar na esperança que venham a surgir os avanços tecnológicos, que na sua grande maioria só serão possíveis com a existência de um excedente de capital para investimento, quando na realidade podemos ter de vir a enfrentar uma contracção, que até pode ser extrema, pode ser apenas um pregar para o deserto… um sonho… uma ilusão…
A realidade é que o mundo está com décadas de atraso no investimento que devia ter sido feito nestas tecnologias e, dependendo que como decorrerem os próximos anos, talvez se venha a testemunhar que agora já poderá ser tarde demais…

Abordei apenas as questões sociais e de investimento com que se depara o nosso mundo para conseguir funcionar a renováveis. Unam essas questões à escassez cada vez mais pronunciada das matérias-primas que servem de base à tecnologia verde, solar e eólica — tema já abordado aqui na mOsca. O facto das energias eólica e solar serem sucedâneos de energia e não fontes de energia como o petróleo que é “moldável” em, por exemplo: pasta de dentes — como referenciado no texto de abertura. As renováveis, solar e eólica, só geram electricidade e pouco mais, e o nosso mundo necessita de muito mais que “apenas” electricidade.

Então e os biocombustíveis? (perguntarão alguns)

(…)a produção de biocombustíveis poderá enfrentar um ponto de viragem e começar a crescer exponencialmente consoante o aumento do preço do petróleo os for tornando cada vez mais rentáveis — em muitos países em desenvolvimento no mundo — os combustíveis que derivam de plantações.
(…)é provável que este crescimento na produção de biocombustíveis aconteça principalmente nos países em desenvolvimento que tenham populações em rápido crescimento e aumento da procura de bens alimentares. Isso é porque esses países, onde estão incluídas muitas nações africanas, são particularmente vulneráveis ao aumento do preço do petróleo, tanto para transporte como para a agricultura.
In The Guardian

Estará este mundo disposto a ter cada vez menos alimentos disponíveis de forma a ceder lugar a um crescendo da produção de biocombustíveis?

Os mais reduzidos inventários de milho desde há 37 anos são um sinal de que os agricultores do mundo não estão a conseguir produzir grãos suficientes para sustentar o aumento do consumo, mesmo com a expansão das plantações e com o aumento dos preços.
In Gulf News

Duvido! Porque entre a fome e a necessidade de energia, é a fome que assume o papel primordial.
Depois convém relembrar que os biocombustíveis são apenas isso… combustíveis… são também “apenas” um sucedâneo de energia e não uma energia moldável em por exemplo: pneus para o seu carro.
O futuro dos biocombustíveis está dependente da fome que existir no mundo para poder crescer, sob pena do mesmo mundo entrar em convulsões sociais. Talvez… talvez se houver um maior investimento no desenvolvimento da tecnologia se consiga descobrir uma fórmula mais eficaz, mas isso ficará dependente daquilo que já descrevi acima. Por isso os biocombustíveis irão, muito provavelmente, continuar a ser parentes pobres na produção de energia… e relembro que nem a energia eólica, nem a solar e nem os biocombustíveis ocupam o espaço usado pelo petróleo neste sistema social e económico. Energias eólica e solar: electricidade. Biocombustíveis: (pouco mais que) combustíveis.

E que futuro podemos esperar perante tal cenário de contracção do petróleo disponível e de fontes geradores de energia que estão atrasadas no seu desenvolvimento.
Ontem tivemos direito a uma frase de um dos maiores casineiros e banana deste nosso mundo que disse, o que para mim, foi algo inusitado, quase sem paralelo nos dias de hoje:

O Governador do Banco de Inglaterra alertou ontem que o nível de vida poderá não mais retornar ao que era antes da crise financeira, e que as famílias estavam apenas a começar a sentir o impacto total dos erros dos banqueiros.
“Estou surpreendido que a contestação popular tenha sido tão moderada.”
In The Independent

Sem dúvida que concordo com as suas afirmações, mas gostava de salientar que ele afirmou isso usando como base apenas a crise financeira causada pela banca no seu casino do mercado mundial. Imaginem o que teria de dizer caso juntasse a isso a mais que provável crise energética que está a aí à porta?
Revoluções… (?)
Juntem todos os factores, façam as continhas, e vejam lá bem onde poderá isto ir parar. Não usem como vosso sustento apenas as esperanças, que por muito importante que sejam para manter o ânimo, poderão não servir de sustento para uma tomada de opções para o vosso futuro e futuro dos vossos filhos que seja baseado no real.
Não se esqueçam… num mar de sonhos, por norma, afogam-se aqueles que mais sonham…

Conclusão:
Sopra uma brisa… o sol na praia… a mente que sonha em esperanças de uma vida vivida sem contratempos… enquanto isso, os bananas esticam… esticam… estiiiicam… a corda da realidade deste pesadelo tentando renovar os sonhos e esperanças daqueles que os vivenciam… e por aí fora… a fome… a fome dos combustíveis e um pesadelo que muitos perferem sonhar em esperanças profundas… mesmo que isso… seja apenas sinal de fome… e cada vez mais fome…
E entretanto, uns raros exemplares de uma espécie de sonhadores dizem… baixinho… será provavelmente o início deste FIM

Notícia do The Guardian – Our addiction to oil is draining every last drop
Notícia da Scientific American – Rush to Renewable Energy Generates Big Financial Questions in Europe
Notícia do The Guardian – Biofuel boom could follow oil price spike
Notícia do Gulf News – Worsening food deficit
Notícia do The Independent – King says living standards may never recover from the crisis

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Mais Vale Ser São a Acreditar Piamente no Adão

O clima não está a ficar mais estranho. Nova teoria por detrás das alterações climáticas. Imposto sobre as emissões de CO2 sobre a produção de carne e leite poderá ajudar a reduzir a pegada de carbono da Europa. Presidente da Martifer defende imposto sobre as emissões de CO2. Vulcão islandês prestes a entrar em erupção.

As surpresas que o clima nos prega, o CO2, o Homem, o Sol, etc., factores presentes numa “molhada” de teorias sobre as alterações no clima. Umas têm tido direito a parangonas constantes e outras são constantemente votadas ao quase abandono.
Hoje vou escrever sobre uma das teorias que faz décadas que tem sido constantemente votada ao abandono e que só muito recentemente começou a ganha lugar de parangona, ainda um pouco a medo mas já tendo direito a linhas em forma de informação para as massas.

O clima não está a ficar mais estranho, eis o título que dá corpo a uma quase insólita notícia presente no The Wall Street Journal, e que nos apresenta um dos últimos estudos sobre o clima realizados pela NOAAThe Twentieth Century Reanalysis Project -, NOAA que tem sido, até ao momento, uma das mais intransigentes instituições na alteração do método de abordagem às alterações climáticas, e uma das mais proeminentes defensoras da TEORIA do aquecimento global = CO2.
Eis os resultados do seu último estudo:

As descobertas iniciais do projecto, publicadas no mês passado, não apresentam evidencias de uma tendência de intensificação dos padrões do clima. “Nos modelos que usamos para prever o clima, os extremos ficam mais extremados conforme avançamos para um mundo com o dobro de CO2 na atmosfera daqui a cem anos,” (…) “por isso ficámos surpreendidos que nenhum dos três índices principais da variabilidade do clima que usámos apresentasse um aumento da circulação desde 1871.”
In The Wall Street Journal

Portanto, nenhum dos modelos que são usados para analisar os efeitos do CO2 no clima conseguiram reproduzir as alterações que estamos a assistir hoje em dia… hmmm…
Serão fiáveis esses modelos?

“Ainda não temos dados para responder à questão de como a actividade humana afectou os padrões climáticos extremos.”
In The Wall Street Journal

Hmmm… não!
Onde está agora a quase certeza absoluta com que fomos bombardeados quase diariamente durante os últimos anos de que o Homem e o CO2 eram os responsáveis por tudo o que de mal estava a acontecer com o clima neste planeta? Hmmm… onde???

Sabemos que o dióxido de carbono (CO2) e outros gases aprisionam e re-irradiam calor. Também sabemos que os humanos têm emitido um volume cada vez maior desses gases desde a revolução industrial. O que não sabemos é o quão sensível é o clima ao aumento da presença desses gases versus outros possíveis factores – variações solares, correntes oceânicas, ciclos de aquecimento e arrefecimento do Pacífico, as oscilações da gravidade e de magnetismo do planeta, e por aí fora.
In The Wall Street Journal

Portanto, um centro que tem sido um dos maiores alimentadores da TEORIA clima\CO2\Homem, que, nos últimos anos, tem invariavelmente subestimado, até mesmo denegrido, outras teorias mais abrangentes, vem ela agora a público afirmar que analisar este mundo tendo por base apenas premissas básicas e simplistas centradas no Homem como o culpado de tudo, são na sua essência incapazes e provavelmente demasiado optimistas, ou pessimistas, consoante o prisma que se as leia, para prever o que será o futuro do clima.

Se analisarmos os desconhecidos, é possível que mesmo que gastemos milhares de milhões de dólares e abramos mão de mais biliões no futuro, de forma a reduzir as emissões de carbono até aos níveis anteriores aos da revolução industrial, o clima irá continuar a mudar – tal como sempre o fez.
In The Wall Street Journal

Perdoem-me o desabafo: Que lufada de ar fresco!!!!!
Raramente as respostas simplistas e facilitistas, servidas como resposta final para um problema, são na realidade uma resposta cabal, mais ainda quando o analisado é tão dinâmico e variável como o clima… e esse centrar de todos os males no Homem-CO2 de forma simplista e facilitista sempre me fez uma “comichão” dos diabos… uffff…

Uma das TEORIAS que mais tem captado a minha atenção nos últimos anos, tem sido a que baseia os seus estudos na influência e interacção do Sol com o nosso planeta, teoria que tem servido de base às constantes previsões acertadas de Piers Corbyn, acertos que sempre me causaram um pouco de “confusão” quando os comparava com a incapacidade dos modelos que estavam\estão em voga de conseguirem prever sequer com um mês de antecedência como iria estar o clima.

Mas aparenta que as coisas estão a começar a mudar na forma de como se analisa esta questão:

Começam a ganhar forma novas e assustadoras evidências sobre o ângulo de inclinação da Terra, os seus efeitos no clima e o início de uma nova idade do gelo, anunciada por uma série de tempestades monstruosas tais como as que caíram sobre a Inglaterra em finais de 2010, nos Estados Unidos antes do Natal e agora, no início de Fevereiro, no Este da Austrália, primeiro com as piores inundações de que há registo e depois com um ciclone de categoria 5.
In Pravda

Nem tanto ao mar, nem tanto à Terra… esta notícia também expôs isto numa forma simplista e facilitista de análise. O que trás de bom e vivo para o debate sobre um melhor entendimento das dinâmicas do planeta é uma não certeza sobre o que influencia o nosso clima, e essa não certeza é o principal catalisador da ciência… pois sem uma ciência dinâmica e crítica o conhecimento não avança, acabando por estagnar envolto em prosas de circunstância…

Tal como simplista e facilitista, e essencialmente oportunista, é o Homem, ou parte dele, pois consegue quase sempre desenvolver soluções mirabolantes para a resolução dos problemas com que se depara e, ainda mais, consegue encontrar forma de lucrar com eles.
Ora vejamos então:

Enquanto, por agora, na sua grande maioria, estas taxas sobre as emissões de carbono são cobradas aos sectores de transformação e dos transportes, novos estudos sugerem que também poderão ser igualmente efectivas, se não mesmo mais, se forem direccionadas às indústrias agrícola e alimentar. (…) Chegaram à conclusão que se se colocar um imposto de apenas 60 euros por tonelada de dióxido de carbono gerado pelas industrias de processamento de carne e de leite, a maioria dos países europeus conseguiria reduzir a emissão de gases de estufa em aproximadamente 7%, quase da noite para o dia.
In Earth Times

Portanto… mais uma solução mirabolante tendo por base uma TEORIA que poderá estar errada\incompleta para ajudar a reduzir as emissões de um gás que é o mesmo que nós humanos expiramos… muito bom…
Gostava de salientar que um imposto por si só não reduz directamente as emissões, por norma o que acontece é o preço dos bens produzidos reflectirem esse imposto no preço final ao consumidor.
Enfim… as soluções mirabolantes e simplistas… um “já tá resolvido”!

Mas não é só lá por fora que este tema é abordado desta forma simplista, facilitista e economicista. Por cá tivemos esta semana direito a um espaço no espaço público dos meios de comunicação generalistas dado a um Sr. Carlos Martins, Presidente da Martifer…
Pessoalmente nem fazia ideia quem era tal pessoa… talvez seja mesmo alguém com valor técnico para ter direito a espaço de destaque no Expresso… talvez, quem sabe… eu não fazia ideia… eles lá têm os seus barómetros para medir a qualidade dos interlocutores e a quem dão voz…

O presidente da Martifer, Carlos Martins, diz que o Governo português deve criar e cobrar um imposto sobre a emissão de dióxido de carbono, como parte da sua política energética.
In Expresso

Está bem… que mais se pode escrever para além de… para além de ser baseado em TEORIAS vagas e incompletas, tal solução tem o apoio de parte dos barões dos patrões, os mesmos que estão sempre contra todos os aumentos de impostos que coloquem em causa os seus lucros??? Bem, se aqui não está um contrasenso agudo, então podemos estar perante um forte ataque de histeria deste senhor… Há algo que aqui não está lá a bater muito bem… digo eu…

Como todos podem opiniar, ou pelo menos é isso que retiro dos nossos meios de informação para as massas, eu proponho o seguinte cenário como medida para salvar o planeta (caricato): Cobrar uma elevada taxa a todos os países que tenham vulcões nos seus territórios.
É óbvio que estou a brincar com a situação. Esta minha ideia descabida serve para relembrar que basta uma erupção de um vulcão (grande) no mundo para tornar todas as emissões de CO2 por parte do Homem desde a revolução industrial uma mera formiga quando comparadas as suas dimensões… tapem todos os vulcões!!!!
E para nos relembrar que esse potencial poderá estar aí mesmo à porta:

O Instituto de Meteorologia está desde Domingo a avisar sobre o crescente risco de uma erupção no lado noroeste do glaciar Vatnajökull, devido a um recrudescimento da actividade sísmica, e acrescentou: “É claro que apenas o tempo nos dirá se irá acontecer uma erupção ou não nesta área, e se já ou apenas mais tarde.”
Como comparação, o Bárdarbunga faz do vulcão Eyjafjallajökull um anão, o mesmo que encerrou o espaço aéreo no ano passado, depois das suas cinzas terem coberto o continente europeu.
In The Telegraph

Desenvolvam já um imposto para que a Islândia pague pelos danos que os vulcões possam causar!!!!!

Conclusão:
Certezas que são teorias expostas pela sobranceria de uns quantos homens que analisam o mundo como se este girasse em torno do Homem… coitado do Galileu Galilei que tanto lutou para conseguir explicar que o mundo é que girava em torno do Sol… Sol e planeta que podem ser a verdadeira causa para o frio, calor, vento e chuva que demarcam os nossos tempos de vida… vida que uns quantos homens utilizam para que tudo, até mesmo o ar que expiramos, sirva de sustento à sua ânsia de ganância… e enquanto isso, o planeta Terra não segue as leis criadas pelo Homem, continua a avançar no seu passo de imperturbável mudança, mudança, mudança… mudança…
Apetece-me exclamar: Por vezes mais vale ser (meio) são do que acreditar piamente em Adão

Notícia do The Wall Street Journal – The Weather Isn’t Getting Weirder
Notícia do Pravda – Panic stations! New theory behind climate change
Notícia da Earth Times – Climate tax on meat and milk could help reduce Europe’s carbon footprint
Notícia do Expresso – Presidente da Martifer defende imposto sobre CO2
Notícia do The Telegraph – Icelandic volcano ‘set to erupt’

As Políticas do Clima

Vulcões e sol regulam o clima no Atlântico Norte. Shell e BP podem vir a lucrar  por injectar CO2 nos campos de exploração. Banco Mundial gasta milhares de milhões no carvão.

Uma equipa norueguesa do Centro de Investigação Climática de Bergen, que estudou o clima do Atlântico Norte nos últimos 600 anos, chegou à conclusão que a intensidade solar e as erupções vulcânicas regulam as variações de temperatura no clima no Atlântico Norte.

Ou estes gajo são um pouco doidos ou então puseram quase totalmente de parte o CO2… hmmm… mas como acho que são “obrigados” a ter o bom senso impingido pela maioria da comunidade cientifica internacional, sempre dizem que o CO2 poderá ser um elemento também importante… poderá….
E o Sol… mas que raio tem o Sol a ver com o clima?
É óbvio que estou a “brincar” com a situação pois em todos os estudos que defendem o aquecimento global\CO2 o Sol é elemento de somenos importância…
Vá lá saber-se o porquê de tal coisa… talvez se colocarem o Sol na equação o CO2 deixe de funcionar… talvez…

E como espero que já todos saibam, a teoria do aquecimento global\CO2 levou ao surgimento no mundo de um dos negócios mais abstractos e inusitados desde que existe a sociedade humana, talvez apenas a loucura das tulipas na Holanda no séc. XVIII consiga ser mais estranha.
Portanto, actualmente existe um negócio a nível mundial em que empresas recebem dinheiro por reduzir as emissões de CO2 – acho que o Zé Povinho também devia receber dinheiro por separar o lixo para a reciclagem… para além desse detalhe, isto até nem seria algo negativo, primeiro, caso fosse sustentado por ciência sólida, que comprovadamente não o é, e em segundo, porque as empresas que mais dinheiro estão a fazer com isto são as que mais poluem, não por estarem efectivamente a reduzir emissões mas porque encontraram forma de capitalizar ainda mais os seus proveitos com a nova indústria da redução do CO2…

Escrito isto, vejamos então qual será a próxima grande indústria que irá salvar o planeta do CO2… ela mesmo, a indústria petrolífera… que descobriu que se injectar o CO2 produzido por outras indústrias para interior dos seus poços de petróleo, irá também conseguir ganhar dinheiro com a indústria salvadora do planeta…
Como já todos sabemos, os seus poços são seguros e garantem uma total protecção ambiental… inacreditável…

E é assim que o mundo do aquecimento global\CO2 vai “brincando” às economias e ganhando dinheiro a fazer algo que tenho quase a certeza que irá estar no manual das ideias mais idiotas algumas vez usadas pela sociedade humana… daqui a umas décadas irão estar a gozar connosco…

E já agora, para vermos a dedicação para com o ambiente das instituições que mais impulsionam o mercado do CO2, neste caso em particular o Banco Mundial, ficamos hoje a saber que esse ser chamado de Banco Mundial investiu em 2009 aproximadamente 2,6 mil milhões de euros para impulsionar a indústria… do carvão… hmmm…
Mas não é o carvão um dos maiores geradores de CO2 no planeta?
Pois é. Mas não é só, o banco que foi investigar (Bank Information Centre) as contas apresentadas pelo Banco Mundial diz que não foram apenas 2,6 mil milhões de euros, foram 3,4 mil milhões porque o Banco Mundial não contabilizou os investimentos indirectos na indústria… de carvão… hmmm…
E sabem que parcela representa esse valor do investimento total do Banco Mundial em 2009?
1/4 de todos os projectos de apoio ao desenvolvimento de novas fontes de energia… 1\4…. 40 vezes mais do que o investido há cinco anos! 40 VEZES MAIS!

Bem, se calhar começo a entender o porquê de tudo isto.
Como as industrias mais poluidoras no mundo são as que mais dinheiro fazem com o mercado do CO2, então hoje em dia o investimento mais rentável na área das energias é mesmo nas indústria mais poluidora, porque para além de se ganhar dinheiro produzindo energia também se irá ganhar rios de dinheiro reduzindo as emissões de CO2, ou seja… um verdadeiro 2 em 1 financeiro…
Estes gajos têm mesmo umas mentes brilhantes…

Tenho vindo continuadamente a escrever sobre este assunto porque ele consegue representar a verdadeira face das instituições internacionais, das políticas ditas ambientais e da ciência do consenso obrigatório – aquecimento global\CO2.

Infelizmente cada vez mais tenho a certeza que tudo isto não passa de um jogo financeiro em que as mentes dos Zé Povinhos do mundo foram poluídas com informação “mentirosa”, de modo a ser possível às grandes corporações internacionais ganhar ainda mais dinheiro com um mercado absolutamente abstracto, e que sobre o qual a maioria das pessoas nem faz ideia da sua existência… dinheiro esse que faz falta em muitas coisas muito mais importantes que o pseudo excesso de CO2…

E “prontos”, mais uma pequena imagem daquilo que fazem as nossas mais que tudo instituições internacionais… verdadeiros representantes do ser (des)humano…

A quem ainda não leu aconselho a leitura dos artigos: (Ajudam a explicar as pontas soltas deste)

O IPCC Posto a Nu, ou o Fim das Teorias da Conspiração
O Negócio do Carbono… E Claro a ONU
Piers Corbyn “Esmaga” o Aquecimento Global
O Aquecimento Global e o Esquecimento Mental
A Inquisição, Galileu Galilei, Aquecimento Global e Solar Max. (Uma Explosão a Caminho da Terra)(Actualizado)
O Valor do Contraditório (Aquecimento Global)
E as Vacas (Coitadas) Continuam a Apanhar Pontapés no Estômago

Notícia do Diário de Notícias – Vulcões e Sol regulam o Atlântico
Notícia da Bloomberg – Shell, BP May Reap `Serious Profit’ by Using CO2 in Oil Fields
Notícia do The Sydney Morning Herald – World Bank spends billions on coal power

Piers Corbyn “Esmaga” o Aquecimento Global

A onda de calor na Rússia foi devido a alterações dramáticas na actividade solar.

Ainda ontem escrevi sobre os efeitos do sol no clima, quase premonitório, e não é que hoje sai uma entrevista que considero das mais violentas em relação à ciência usada para estabelecer o CO2 como a causa principal do aquecimento global.

Piers Corbyn:

“Sim. A nossa previsão para a Europa e para a zona ocidental da Rússia antevia uma onda de calor, especialmente na Europa de Leste e na zona ocidental da Rússia. E também previmos quando iria terminar e terminou quando tínhamos previsto.” (Respondendo se a onda de calor na Rússia tinha sido prevista pelo seu modelo)

“Foi causada por mudanças dramáticas na actividade solar (…) que conduziram a alterações na corrente «jet stream» (Corrente de jacto) (…) as cheias no Paquistão também cessaram em consonância com a data que tínhamos previsto.” (Em resposta a quais as causas)

“O que estamos a assistir é a uma actividade solar muito intensa e isso afecta a precipitação de partículas do sol em direcção à Terra, as quais modificam a ionosfera, o que por si altera os padrões de circulação no planeta, que são conhecidos como «jet stream»” (Estão relacionadas as cheias no Paquistão e onda de calor na Rússia?)

“Analisemos os factos. (…) Estas coisas já aconteceram no passado, particularmente a onda de calor e as cheias no Paquistão aconteceram há 132 anos, aproximadamente, e correspondia à mesma situação do ciclo solar e lunar.” (…) “As pessoas que dizem que estes eventos são causa do aquecimento global ou são ignorantes, ou então querem enganar o público com interesses políticos e financeiros.” (Ligação das cheias e onda de calor ao aquecimento global)

“Em Inglaterra os últimos três verões foram muito chuvosos, o que correspondeu ao que aconteceu há 132 anos, o que poderá dizer que iremos assistir a uma sequência destes eventos na Rússia e no Paquistão.” (É um ciclo do clima?)

“Tem de retirar o efeito que os fogos florestais tiveram sobre a temperatura. (…) Por isso, descrever este como o ano mais quente de sempre, é pura idiotice.” (Foi o ano mais quente já registado?)

“O que dizemos é que o que se passa no sol dita o que se passa com os padrões de circulação no planeta. (…) E que situações passadas idênticas da situação do sol e da lua irão criar padrões atmosféricos semelhantes.” (Como fazem as vossas previsões?)

“Estão a ser pagos para dizer essas coisas. Por exemplo, pelos bancos que ganham biliões com os créditos de CO2, ou pelas empresas petrolíferas que querem que os preços do petróleo subam. Eles adoram este golpe publicitário. (…) O que precisamos é de ciência responsável. Temos de retornar para ciência e políticas baseadas em evidências. O facto é que não existem evidências de que o dióxido de carbono seja o responsável pelo aumento das temperaturas, analisando os dados dos últimos 600 milhões de anos . (…) Os que afirmam “o último mês foi um caso sem paralelo”, estão só a dizer disparates. O último mês em 600 milhões de anos é o mesmo que comparar um centímetro com a distancia do raio do planeta. (…) Isso é pura idiotice. Esse é o nível da ciência deles. É pura tolice.” (É um acérrimo crítico da ideia do aquecimento global, porquê?)

“Somos triviais quando comparados com a natureza.” (…) “Os dados dos últimos 600 milhões de anos não apresentam nada que sustente as suas teorias.” (O impacto do homem no clima)

“O inquérito foi um branqueamento. E está a ser escondido algo mais grave, crimes contra a ciência que não são directamente da responsabilidade da Universidade de East Anglia, mas que têm mais a ver com as operações americanas, mais especificamente com os dados de satélite. Os dados por satélite têm exagerado grosseiramente as temperaturas da superfície. Estas estimativas estão tão desfasadas que para acreditar nelas significa que o lago Michigan já teria evaporado. E essas informações de dados falsos têm sido inseridos nas médias. Hoje em dia, não temos um número real para as temperaturas médias do planeta. (…) Infelizmente estes trapaceiros têm conseguido levar a deles demasiado à avante e eles têm de ser responsabilizados. (Em relação à divulgação do Climategate)

“As pessoas que têm vindo a fazer isto deviam ser afastadas, e devíamos lá ter pessoas que se dedicassem à objectividade científica.”

In RT

À falta de mais vozes nos veículos de publicidade para as massas, vulgo comunicação social, por vezes vamos tendo acesso ao contraditório.
O contraditório é apenas e só um dos processos mais importantes na ciência, e especialmente quando a ciência actual do aquecimento global (CO2) é egocêntrica e desprendida de objectividade científica, onde qualquer coisa estranha que se passe com o clima é imediatamente atribuído à sua causa – quase parece o Hitler e os judeus, onde tudo era por culpa deles… Má ciência.

Entrevista completa:
Vodpod videos no longer available.

Mais informação sobre este tema nos posts: O Aquecimento Global e o Esquecimento Mental e A Inquisição, Galileu Galilei, Aquecimento Global e Solar Max. (Uma Explosão a Caminho da Terra)(Actualizado)

Notícia do RT – Russian heat wave due to dramatic changes in solar activity – forecaster

O Aquecimento Global e o Esquecimento Mental

Julho foi o mês mais quente dos últimos 79 anos.

Se existe algo que me deixa em pulgas é a manipulação das mentes a favor de interesses que ainda não nos são absolutamente claros, e principalmente a manipulação que se baseia em ciência no mínimo duvidosa e com bases pouco sólidas.
Esta notícia do Diário Económico não foca directamente o aquecimento global, mas claro que tinha de fechar com uma ligação directa às emissões de CO2… É nos detalhes que se encontra os segredos.

Portanto, o aquecimento global é o responsável pelos valores da temperatura do mês de Julho. Muito bem, então qual a causa responsável pelos valores da temperatura de Julho de 1931, que foi mais quente que o Julho deste ano? O aquecimento global, as emissões de CO2?
Podemos então concluir, usando o mesmo princípio de ciência, que em 1931 o aquecimento global foi mais intenso que em 2010. Que “cagada” de ciência!

Mesmo não sendo a notícia “perfeita” para lançar parte da informação que tenho guardada sobre a influência das manchas solares sobre o clima, vou deixá-la cá neste post.
Basta ler as notícias presentes neste post e ler o post A Inquisição, Galileu Galilei, Aquecimento Global e Solar Max. (Uma Explosão a Caminho da Terra)(Actualizado) para compreender melhor sobre o que estou escrever.

Só um à parte:
No circulo dos defensores do aquecimento global Homem causa única, a teoria das manchas solares é rebatida porque usam um gráfico em que mostram que o número de manchas solares não tem uma ligação directa com o aumento da temperatura.
A questão das manchas solares não é uma questão do seu número mas sim a importância dos ciclos solares – Solar Min. e Solar Max. – sobre o campo magnético do planeta, ou seja, a influência do campo magnético do sol e a intensidade das radiações cósmicas. Actualmente o campo magnético e as radiações cósmicas do sol estão no valor mais elevado que já foi registado.
A diminuição da radiação cósmica faz aumentar o número de nuvens de baixa altitude, o que conduz a temperaturas mais baixas no planeta. O aumento das radiações cósmicas induz uma reacção no campo magnético da Terra que conduz a uma menor formação de nuvens, ou seja, menos albedo, menos reflexão dos raios solares, aumento da temperatura.
O gás mais importante para o aquecimento da atmosfera não é o CO2, é o vapor de água… também quase nunca fazem referência isso.

Mas a vida num sistema demo-cratico é assim, cheia de interesses subliminares e pouco interesse numa análise mais séria sobre os problemas. Culpar o Homem é muito mais rentável do que tentar culpar o sol…

P.S: Para uma compreensão mais aprofundada do que aqui está escrito leiam as notícias abaixo e os estudos de Henrik Svensmark.

Notícia do Diário Económico – Julho foi o mês mais quente dos últimos 79 anos
Notícia da Scientifica American – The Role of Sunspots and Solar Winds in Climate Change
Notícia da BBC – Sunspots reaching 1,000-year high
Notícia do Financial Post – Sunspots may predict hurricanes as well as global warming and coooling
Notícia do The Independent – The missing sunspots: Is this the big chill?
Notícia do Washington Post – Absence of sunspots make scientists wonder if they’re seeing a calm before a storm of energy
Notícia do New York Times – Is the Sun Missing Its Spots?
Notícia do New York Times – Sunspots Are Fewest Since 1954, but Significance Is Unclear

A Inquisição, Galileu Galilei, Aquecimento Global e Solar Max. (Uma Explosão a Caminho da Terra)(Actualizado)

Cientistas da NASA avisam para nos prepararmos para ser atingidos por um tsunami solar que vem a caminho da Terra. Irá a vaga de calor que está a afectar a Rússia terminar com as dúvidas em relação ao aquecimento global?

Astrónomos, um pouco por todo o mundo, assistiram a uma explosão solar com uma área equivalente à da Terra.
É expectável que a onda de gás super carregado de energia atinja ainda hoje a Terra.

Este tipo de explosão solar pode colocar em causa os satélites, as redes eléctricas, computadores, as comunicações, etc…

Como já expliquei no post Climategate – Todos Inocentados…, o Sol entrou no ciclo a que os cientistas chamam de Solar Max., do qual esperam que até 2012/2013 a Terra seja bombardeada regularmente e cada vez com mais intensidade por explosões como esta…

Ao mesmo tempo a Rússia está a passar por uma das mais intensas vagas de calor da sua história – a maior de há 130 anos.
Esta vaga de calor está a ser usada, e até mesmo abusada, para justificar o aquecimento global… É indesmentível que o planeta está a aquecer, mas também é indesmentível que alguns cientistas previram isso usando apenas e só o Sol como referência. No início de 2000, cientistas previram que os anos de 2010, 2011 e 2012 iriam ser os mais quentes já registados porque o Sol vai atingir o seu pico máximo de actividade desde há mil anos, talvez mesmo o maior desde há 8 mil anos…

Gostava de dar a conhecer Henrik Svensmark, um cientista que estuda os efeitos dos raios cósmicos na formação das nuvens, e no geral os efeitos do sol sobre o planeta.
Infelizmente, numa época quase de inquisição às ideias contrárias ao CO2, os seus estudos são largamente ignorados pela comunidade que se dedica ao estudo do aquecimento global. Mas nem todos o renegam, o CERN é quem subsidia as suas pesquisas, por isso podemos dizer que este é um dos poucos cientistas que chegou ao topo da carreira (enquanto reconhecimento entre pares)…

A ideia prevalente que o homem e as emissões de CO2 são quase a única causa do aquecimento global é algo que considero absolutamente redutora, até mesmo ridícula, comparável apenas à época de Galileu Galilei e à Inquisição em que um defendia que a Terra era redonda e as vozes da maioria defendiam que a Terra era plana e o centro do Universo.

O problema do aquecimento global está a ser gerido de forma muito semelhante a essa época, em que o Homem é o centro da Terra e que quase tudo o que nos rodeia tem um impacto diminuto sobre o planeta.
Que dizer do Sol? Será apenas um ser estável que não exerce influência sobre o planeta Terra? Que dizer de todo o Universo que nos envolve? Não terá nada a ver com nada?
A tendência do Homem para valorizar em demasia os seus feitos e defeitos leva a que perca a noção da sua realidade e crie uma ilusão onde ele é o Rei… Má ciência…

Precisamos de mais cientistas como Henrik Svensmark e menos crentes absolutistas como são grande parte dos defensores do CO2 causa única. Precisamos de mais Galileus Galilei e de menos Inquisição…

Actualização:
Vou juntar a este texto um estudo de cientistas portugueses que demonstra que os ciclos solares influenciam as marés em veneza, porque influenciam as tempestades sobre o Mediterrâneo…
Só mais uma para juntar à fogueira do CO2…

Notícia do The Telegraph – Nasa scientists braced for ‘solar tsunami’ to hit earth
Notícia do NewsScientist – The sun sends a charged cloud hurtling our way
Notícia da Time – Will Russia’s Heat Wave End Its Global-Warming Doubts?
Notícia da Discover – Sun’s Shifts May Cause Global Warming
Notícia da NewScientist – Solar cycle may drive Venice’s floods

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