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As Políticas do Clima

Vulcões e sol regulam o clima no Atlântico Norte. Shell e BP podem vir a lucrar  por injectar CO2 nos campos de exploração. Banco Mundial gasta milhares de milhões no carvão.

Uma equipa norueguesa do Centro de Investigação Climática de Bergen, que estudou o clima do Atlântico Norte nos últimos 600 anos, chegou à conclusão que a intensidade solar e as erupções vulcânicas regulam as variações de temperatura no clima no Atlântico Norte.

Ou estes gajo são um pouco doidos ou então puseram quase totalmente de parte o CO2… hmmm… mas como acho que são “obrigados” a ter o bom senso impingido pela maioria da comunidade cientifica internacional, sempre dizem que o CO2 poderá ser um elemento também importante… poderá….
E o Sol… mas que raio tem o Sol a ver com o clima?
É óbvio que estou a “brincar” com a situação pois em todos os estudos que defendem o aquecimento global\CO2 o Sol é elemento de somenos importância…
Vá lá saber-se o porquê de tal coisa… talvez se colocarem o Sol na equação o CO2 deixe de funcionar… talvez…

E como espero que já todos saibam, a teoria do aquecimento global\CO2 levou ao surgimento no mundo de um dos negócios mais abstractos e inusitados desde que existe a sociedade humana, talvez apenas a loucura das tulipas na Holanda no séc. XVIII consiga ser mais estranha.
Portanto, actualmente existe um negócio a nível mundial em que empresas recebem dinheiro por reduzir as emissões de CO2 – acho que o Zé Povinho também devia receber dinheiro por separar o lixo para a reciclagem… para além desse detalhe, isto até nem seria algo negativo, primeiro, caso fosse sustentado por ciência sólida, que comprovadamente não o é, e em segundo, porque as empresas que mais dinheiro estão a fazer com isto são as que mais poluem, não por estarem efectivamente a reduzir emissões mas porque encontraram forma de capitalizar ainda mais os seus proveitos com a nova indústria da redução do CO2…

Escrito isto, vejamos então qual será a próxima grande indústria que irá salvar o planeta do CO2… ela mesmo, a indústria petrolífera… que descobriu que se injectar o CO2 produzido por outras indústrias para interior dos seus poços de petróleo, irá também conseguir ganhar dinheiro com a indústria salvadora do planeta…
Como já todos sabemos, os seus poços são seguros e garantem uma total protecção ambiental… inacreditável…

E é assim que o mundo do aquecimento global\CO2 vai “brincando” às economias e ganhando dinheiro a fazer algo que tenho quase a certeza que irá estar no manual das ideias mais idiotas algumas vez usadas pela sociedade humana… daqui a umas décadas irão estar a gozar connosco…

E já agora, para vermos a dedicação para com o ambiente das instituições que mais impulsionam o mercado do CO2, neste caso em particular o Banco Mundial, ficamos hoje a saber que esse ser chamado de Banco Mundial investiu em 2009 aproximadamente 2,6 mil milhões de euros para impulsionar a indústria… do carvão… hmmm…
Mas não é o carvão um dos maiores geradores de CO2 no planeta?
Pois é. Mas não é só, o banco que foi investigar (Bank Information Centre) as contas apresentadas pelo Banco Mundial diz que não foram apenas 2,6 mil milhões de euros, foram 3,4 mil milhões porque o Banco Mundial não contabilizou os investimentos indirectos na indústria… de carvão… hmmm…
E sabem que parcela representa esse valor do investimento total do Banco Mundial em 2009?
1/4 de todos os projectos de apoio ao desenvolvimento de novas fontes de energia… 1\4…. 40 vezes mais do que o investido há cinco anos! 40 VEZES MAIS!

Bem, se calhar começo a entender o porquê de tudo isto.
Como as industrias mais poluidoras no mundo são as que mais dinheiro fazem com o mercado do CO2, então hoje em dia o investimento mais rentável na área das energias é mesmo nas indústria mais poluidora, porque para além de se ganhar dinheiro produzindo energia também se irá ganhar rios de dinheiro reduzindo as emissões de CO2, ou seja… um verdadeiro 2 em 1 financeiro…
Estes gajos têm mesmo umas mentes brilhantes…

Tenho vindo continuadamente a escrever sobre este assunto porque ele consegue representar a verdadeira face das instituições internacionais, das políticas ditas ambientais e da ciência do consenso obrigatório – aquecimento global\CO2.

Infelizmente cada vez mais tenho a certeza que tudo isto não passa de um jogo financeiro em que as mentes dos Zé Povinhos do mundo foram poluídas com informação “mentirosa”, de modo a ser possível às grandes corporações internacionais ganhar ainda mais dinheiro com um mercado absolutamente abstracto, e que sobre o qual a maioria das pessoas nem faz ideia da sua existência… dinheiro esse que faz falta em muitas coisas muito mais importantes que o pseudo excesso de CO2…

E “prontos”, mais uma pequena imagem daquilo que fazem as nossas mais que tudo instituições internacionais… verdadeiros representantes do ser (des)humano…

A quem ainda não leu aconselho a leitura dos artigos: (Ajudam a explicar as pontas soltas deste)

O IPCC Posto a Nu, ou o Fim das Teorias da Conspiração
O Negócio do Carbono… E Claro a ONU
Piers Corbyn “Esmaga” o Aquecimento Global
O Aquecimento Global e o Esquecimento Mental
A Inquisição, Galileu Galilei, Aquecimento Global e Solar Max. (Uma Explosão a Caminho da Terra)(Actualizado)
O Valor do Contraditório (Aquecimento Global)
E as Vacas (Coitadas) Continuam a Apanhar Pontapés no Estômago

Notícia do Diário de Notícias – Vulcões e Sol regulam o Atlântico
Notícia da Bloomberg – Shell, BP May Reap `Serious Profit’ by Using CO2 in Oil Fields
Notícia do The Sydney Morning Herald – World Bank spends billions on coal power

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O Petróleo Paga as Palavras

A investigação interna da BP vs. o que já sabemos. BP e parceiros trocam acusações.

Antes sequer de entrar no cerne da notícia, quero perguntar o que é jornalismo?

Será jornalismo apenas o reescrever de comunicados oficiais de corporações, de institutos ou de interesses, sejam eles partidários ou financeiros?

Infelizmente o jornalismo dos nossos dias é apenas quase só isso: reescrever comunicados sem questionar o que por lá é dito… sem usar o contraditório.

Passei o dia a tentar ver se algum órgão de comunicação nacional ou internacional conseguia fazer um pouco de jornalismo de verdade e colocava em causa algumas das coisas que saíram no último comunicado oficial da BP.
Encontrei um jornal e um jornalista que foi capaz de usar as verdadeiras ferramentas do jornalismo, que não são apenas o “copiar”, são a exposição de relatos tendenciosos, entre muitas outras coisas, de forma a passar à opinião pública a informação mais correcta possível.

Um dos pouco bastiões do jornalismo actual chama-se ProPublica, que é verdadeiramente uma ilha no deserto do jornalismo dos nossos dias.

O que fez de diferente o ProPublica?

Simples, usou as palavras da BP e os relatos dos engenheiros que trabalhavam na plataforma para questionar o relatório que foi posto a circular pela BP, o qual quase todos os meios de comunicação no mundo pegaram sem sequer questionar e lhe deram lugar de parangona.

Para quem anda distraído, principalmente nos meios de comunicação em Portugal, a informação sobre o derrame de Petróleo só vêm à tona quando é informação que “defenda” a BP – digo isto sem pudor algum… e quem tiver dúvidas é só verificar o que os jornais nacionais têm escrito, ou direi, descrito…

Usando as ferramentas do verdadeiro jornalismo, vamos lá então decantar um pouco do último relatório da BP:

A sua decisão de usar “long String” na construção do poço, que era a mais barata de todas as opções:
– No novo relatório diz que era prática usual o uso de tal opção.
– O relatório de uma Investigação do Congresso diz que a BP era a companhia que mais usava essa opção.

A sua decisão de não instalar o número de “centralizers” recomendados pela Halliburton:
– No novo relatório diz que essa decisão não contribuiu para o acidente…
– O engenheiro responsável da Halliburton testemunhou perante o Congresso que avisou a BP que essa opção era muito arriscada.

Ao retirar as lamas que selavam o poço e substituí-las por água salgada, o que tornou a plataforma mais propícia a explosões de gás:
– No novo relatório diz que essa era uma prática comum na industria.
– Horas antes do desastre, o engenheiro da Transocean na plataforma desaconselhou vivamente tal opção. (Declaração perante o Congresso)

As razões para o sistema de segurança (BOP) ter falhado:
– No novo relatório diz que os engenheiros da plataforma não realizaram os testes que deviam ter sido feitos e que o falhanço desse sistema de segurança era algo inimaginável.
– Os relatórios e as estatísticas, tanto das instituições reguladoras como da própria indústria, dizem que era prática comum a reduzida manutenção do sistema e que falhas criticas eram acontecimentos regulares.

Muito mais ficou por escrever, mas acho que estes exemplos já servem para tentar retractar uma das virtudes principais do jornalismo: a verificação da fidelidade que é veiculada.

Conclusão:
Ser jornalista ou fazer jornalismo nos tempos que correm é apenas um acto de copy/paste de informação sobre a qual raramente é usada a verificação da informação e a utilização do contraditório.
O jornalismo dos nossos dias é mais publicidade encapotada do que verdadeiro jornalismo. Será paga como é toda a publicidade não encapotada?

Um dos principais sintomas da vitalidade de uma democracia é a sua comunicação social… e se medirmos o valor da democracia em que vivemos comparando-a com o jornalismo que nos é veiculado, podemos ficar com uma imagem bastante negra da vitalidade daquilo que tantos morreram a tentar defender…

O petróleo deve mesmo pagar as palavras de muitos “alguns”… o petróleo e tantos outros bens…

Notícia do ProPublica – BP’s Internal Investigation vs. What We Already Know
Notícia da Reuters – BP e parceiros trocam acusações sobre vazamento de petróleo
Notícia do Diário Económico – BP recusa ser o único responsável pelo derrame
Notícias de Apoio:
Notícia da ProPublica – Did BP’s Acts to Save Time and Money Set the Stage for the Gulf Disaster?
Notícia do Wall Street Journal – BP Relied on Cheaper Wells
Notícia do Nola – Halliburton employee warned BP that oil well plan was risky, he testifies at oil spill hearings
Notícia da ProPublica – After Removing Mud Before Accident, BP’s “Top Kill” Injects Mud to Stop Oil
Notícia do ProPublica – Despite Previous Equipment Failure, BP Says Spill ‘Seemed Inconceivable’

Por Onde Anda o Petróleo? Ele Anda aí…

BP conseguiu selar o poço de petróleo. 75% da mancha negra já desapareceu. O petróleo do derrame não causa problemas de maior. O petróleo desaparecido parece estar a acumular-se nas ilhas mais próximas.

Finalmente parece que o pior já passou. Vamos esperar que isto não seja apenas e só uma operação de cosmética. Até haver informação independente da BP o melhor é continuar a questionar o que por lá se passa.

E era bom que as dúvidas se centrassem apenas sobre a BP.
Os cientistas dizem que 75% do petróleo já desapareceu; ou foi recolhido (25%), ou evaporou-se ou dissolveu-se (25%), e parte foi dispersado (24%), por métodos naturais ou resultado das operações de limpeza.
Evaporou-se? 25%, 25% e 24%?
Portanto no mínimo 12,5% do crude evaporou-se e as restantes parcelas são tão equilibradas que mais parece um jogo de matemática, 25%, 25% e 24%… Tenho as minhas dúvidas destes números…

Fica a faltar 26% do crude. Por onde anda?
Primeiro os cientistas dizem-nos que está a decompor-se rapidamente e que não irá causar problemas de maior… Boa, muito bem… fora da vista, fora do coração… e até dá para mandar “patacoadas” desse tipo – não irá causar problemas de maior. Com que bases sustentam tal opinião? Talvez apenas e só com as bases cosméticas do marketing político – boa ciência, sim senhor…

Para o fim deixei o que me parece ser melhor ciência do que os comunicados da BP e da Administração Obama.
Uma equipa de cientistas foi enviada para verificar em que estado estavam as ilhas mais próximas do derrame… O que descobriu?
Vejam o vídeo abaixo e está lá a resposta, para o que descobriram e para onde anda grande parte do crude desaparecido…


Notícia do Expresso – Maré Negra: BP afirma ter estancado fugas de petróleo
Notícia da CNBC – Nearly 75% of BP Spill Oil Is Gone From Gulf: Scientists
Notícia do The New York Times – U.S. Finds Most Oil From Spill Poses Little Additional Risk
Notícia do Huffington post – Missing Gulf Coast Oil Appears To Be Welling Up Under Barrier Island Beaches (VIDEO)

Derrame Foi o Maior de Todos os Tempos…

Cientistas dizem que foi o maior derrame da história. As zonas mortas do golfo são as maiores alguma vez registadas.

Não ser o maior é que seria uma surpresa.

780 milhões de litros de petróleo derramados no Golfo do México. Isto são os números apresentados por um comunicado conjunto da BP e da Administração americana.
Como já sabemos que a BP e os números que revela são totalmente fiáveis, até me arrisco a fazer um pouco de futurologia e dizer que daqui a uns tempos teremos de adicionar mais “não-sei-quantos” milhões de litros de petróleo a esse número…

As maiores áreas mortas no oceano foram descobertas no Golfo do México. Também não é surpresa atendendo ao facto de termos assistido ao maior derrame de petróleo, causado pelo Homem, da História. A ver vamos se daqui a uns anitos não estão a dizer que o aquecimento global é que é o responsável…

Agora, pegando nestas informações, é estar atento porque aposto que estão a caminho um montão de notícias cor-de-rosa em que o peixe não foi contaminado, as águas apresentam menos poluentes do que o esperado, o impacto foi menos do que o que era estimado, etc…

Notícia do The New York Times – Gulf Spill Is the Largest of Its Kind, Scientists Say
Notícia do Sol – Golfo do México manchado com 780 milhões de litros de petróleo
Notícia da MSNBC – Gulf ‘dead zone’ probably the largest on record

Por Onde Anda o Derrame?

Peritos investigam ligações entre a BP e reguladores. As manchas de petróleo parecem estar a desaparecer mais rápido que o esperado. Vai dar-se início à épica batalha judicial sobre o derrame. BP passa à ofensiva no que toca às responsabilidades a assumir. Terão os bombeiros ajudado a afundar a plataforma?

Depois de uns dias mais calmos em relação à BP, eis que hoje foi um corrupio…

Ficámos a saber que as ligações entre a BP e os que deviam regular o que a BP fazia e faz eram e são juntinhas, pelo menos essas são as dúvidas postas em cima da mesa.
Bem, o que dizer… o contrário é que seria surpresa – os reguladores serem independentes -, pois numa demo-cracia em que se considera normal a existência de “lobistas” a pressionar os políticos e as entidades reguladoras, outra coisa não se pode esperar…
Daqui a uns anos, digo eu, lá se vai saber que foi tudo inocentado e que não foram provadas jogadas de bastidores nem favores de ninguém para ninguém… o contrário é que será uma grande surpresa…

Depois de sabermos que a maioria do petróleo está concentrado em manchas abaixo da superfície do oceano, eis que hoje nos dizem que as manchas de petróleo à superfície estão a desaparecer mais rápido do que o esperado. Sem dúvida que é uma excelente notícia, mas voltamos ao mesmo copy\paste dos relatórios disponibilizados pela BP e pouco se valoriza outro tipo de informação… (Vamos lá ver se amanhã os jornais portugueses não estão cheios com esta notícia e com outra…)

Bem, as parangonas já dizem tudo: “Vai dar-se início à épica batalha judicial sobre o derrame”. Pergunto eu: “Mas qual épica qual carapau, as culpas são por demais evidentes e de simples definição de culpa”. Será épica apenas porque irá ser jogada no jogo dos “lobistas”, em que quem tiver mais dinheiro para “pagar rebuçados” mais probabilidades terá de fugir às contas…

E para ajudar a comprovar o que escrevi acima, a BP vai mudar de estratégia e começar a lutar, ou seja, a fugir com o “cú à seringa” de todas as responsabilidades que tenha de assumir. Uma vez mais o prejudicado irá ser o Zé Povinho que não tem dinheiro nem para “lobistas”, nem para pagar o arrastar durante anos dos processos em tribunal…

Para fechar, tinha de aparecer a notícia ridícula do dia: “Terão os bombeiros contribuído para o afundar da plataforma?”
Bem, ficámos a saber que foi aberta uma investigação aos bombeiros que combateram o incêndio na plataforma.
Deixem-me cá fazer um pouco de futurologia…
Vai-se descobrir que os bombeiros contribuíram para o afundamento da plataforma e devido a isso será pedido à BP menos dinheiro de compensação, ou então no caso mais grave os bombeiros ainda terão de pagar à BP os custos que sejam averiguados dessa acção…
Digo: “Se calhar para a próxima é melhor os bombeiros deixar arder a plataforma e não meter lá qualquer pinga de água”… Enfim, mais do ridículo do copy\paste…

Notícia do Dinheiro Digital – EUA: Peritos investigam ligações entre BP e reguladores
Notícia da ABC – BP Oil Spill: Did Firefighters Help Sink the Deepwater Horizon Rig?
Notícia do Washington Post – Criminal probe of oil spill to focus on 3 firms and their ties to regulators
Notícia da CNBC – BP Moving Toward Aggressive Stance on Liabilities
Notícia do The New York Times – On the Surface, Gulf Oil Spill Is Vanishing Fast; Concerns Stay
Notícia do Los Angeles Times – Epic legal battle over oil spill is about to begin

Ao Fim ao Cabo a BP Até “Lucra” Com o Derrame… (Actualizado)

Os contribuintes americanos e britânicos irão arcar com até 12 mil milhões de euros dos custos associados à limpeza do derrame.

Ele há coisas que são verdadeiramente descabidas…

Então não é que a BP irá receber até 12 mil milhões de euros de benefícios fiscais a abater sobre os custos de limpeza do derrame?

Ora nem mais, eles fazem a “cagada” e os contribuintes ainda terão de arcar com boa parte dos custos… mais uma lógica em que os “bananas” trabalharam bem.
Foi preciso sair esta notícia para ficarmos a saber que é prática corrente conceder benefícios a custos que custam muito mais ao seu país…
Por cá a coisa não deve ser diferente… como gostamos de copiar o que é bem feito lá fora…

Porque será que o Zé Povinho não pode meter para abate fiscal a lixívia, os panos da loiça, o fairy, o pó para a máquina… não são também acções de limpeza? lol

Enfim… mais uma…

Actualização:
As despesas da BP estão avaliadas de momento em 32 mil milhões de dólares… hmmm… quer dizer que os benefícios fiscais podem corresponder a mais de 1\3 dos custos… hmmm

Notícia do The Guardian – BP oil spill: taxpayers face clean-up costs
Notícia do Público – Despesas da BP com a maré negra avaliadas de momento em 32.200 milhões de dólares

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