Tsunami Nuclear

Agência de segurança nuclear exclui acidente tipo Tchernobyl. Reactores nucleares Mark1 levaram à demissão de cientistas da General Electric. Reguladores foram avisados dos riscos com os reactores. Japão foi avisado sobre perigo de sismos para as centrais nucleares. Escândalos e dúvidas na história da central de Fukushima. Temida a fuga de radiações e especialistas nucleares focam um possível encobrimento. Líderes japoneses deixam o povo no escuro. Organização Mundial de Saúde: não há risco fora do perímetro de segurança. O risco de radioactividade para Tóquio é limitado, mesmo no pior dos cenários: dizem especialistas britânicos. O acidente nuclear japonês é território desconhecido. NRC afirma que a piscina de combustível usado da unidade 4 perdeu uma massiva quantidade de água; Japão nega a conclusão. Helicópteros lançam água para evitar fusão. Operação com helicópteros fracassa e níveis de radiação seguem altos em Fukushima.

O mundo está assistir, quase em estado de letargia, aos acontecimentos no Japão, depois de um dos maiores terramotos já registados, seguido por um tsunami de dimensões épicas e agora com um desastre nuclear em desenvolvimento.
A noção que o Homem tem do seu mundo… que a tecnologia nos irá salvar, que o desenvolvimento é imparável, que conseguimos controlar a natureza, etc., é facilmente e totalmente rebatida em menos de nada, quando confrontados com a volatilidade deste nosso mundo . Esta realidade menos positiva é constantemente descartada da mente das pessoas, criando nelas a perigosa noção de que o amanhã irá ser sempre melhor que o presente. O pernicioso dessa noção é que as pessoas nem sequer chegam a colocar em consideração a preparação para um mundo que nem sempre trará um futuro melhor. Quem não o faz coloca todo o seu futuro nas mãos de uma esperança e não com base numa realidade.

Amanhã, ou depois, irei tentar contextualizar os problemas com que se debate actualmente o Japão e as suas implicações para a economia do nosso mundo. Hoje vou abordar os problemas que assolam o Japão analisando “apenas” o quadrante da manipulação de informação que tem sido factor recorrente desde que se soube que quatro centrais japonesas tinham sido danificadas pelo terramoto seguido de tsunami. Acho que esta abordagem poderá facilitar a compreensão da questão quando for analisada pelo lado económico e de futuro para o nosso mundo moderno.

Antes de avançar… há uns dias um amigo meu disse-me: “a tua análise é tendenciosa para o negativo”, ao qual respondi: “sim é, e propositadamente, porque tendenciosos são os nossos meios de comunicação social que conseguem quase inacreditavelmente dar espaço a esperanças em mais de 90% da informação que eles disponibilizam, mesmo que essas esperanças possam muitas das vezes ser falsas, colocando em causa a preparação das pessoas para um amanhã que poderá ser menos bom.”
De que vale às pessoas uma continuada informação de que as coisas irão continuar tal como estão sem solavancos para sua vida, quando comparado com uma informação que ajude as pessoas a preparar-se para algo que os poderá ajudar a contornar com menos dificuldades as esquinas que a vida lhes poderá colocar à frente?

Escrito isto… na segunda feira, 14 de Março, começámos a ser bombardeados com informação mais positiva do que demonstrava a realidade da questão dos problemas nas centrais nucleares japonesas:

“Não há absolutamente qualquer possibilidade de um Tchernobyl”, declarou o ministro Koichiro Ganba aos membros do Partido no poder, com base num relatório da agência [de segurança nuclear japonesa].
In Expresso

Esta informação assumiu a preponderância na forma como os meios de informação começaram a abordar os problemas nas centrais nucleares japonesas.
Poucos meios de informação no mundo se deram ao trabalho de verificar a fiabilidade de tal comunicado com muito pouco sumo de real informação, e escrevo isto dessa forma porque bastaram um par de dias para que tal fosse liminarmente posto em causa. O jornalismo não é nem pode ser apenas copy\paste das informações (ditas) oficiais, sob pena de se transformar num veículo de distribuição de informação tendenciosa.

E quando os meios de informação fazem realmente jornalismo, o que acabam quase invariavelmente por descobrir é que a versão (dita) oficial dos acontecimentos é tudo menos… verdade:

Há 35 anos, Dale G. Bridenbaugh e dois dos seus colegas da General Electric demitiram-se dos seus cargos depois de ficarem mais que convictos que o desenho do reactor nuclear que estavam a rever — Mark 1 — tinha tantas falhas que poderia conduzir a um acidente devastador.
In ABC

Portanto… as instituições responsáveis por controlar o nuclear já estavam cientes que havia probabilidades bem reais de tal de poder suceder.
Portanto… como ler então esta afirmação: “Não há absolutamente qualquer possibilidade de um Tchernobyl”?
Falsa e manipuladora, talvez?

“Os problemas que identificámos em 1975 foram, que ao desenharem o silo do núcleo, não levaram em consideração as cargas dinâmicas que podiam acontecer com uma perda no sistema de arrefecimento”, disse Bridenbaugh à ABC News. “As cargas que o silo conseguia suster desta rápida libertação de energia podiam destruir o silo e criar uma libertação incontrolável de radioactividade.”
In ABC

Hmmmm…. parece mesmo um relato fiel ao que está a acontecer no Japão… sem tirar nem pôr.

Os seis reactores nas centrais de Fukushima, que sofreram duas explosões, são reactores arrefecidos a água desenhados pela GE. Cinco são dos originais Mark1 e entraram em serviço entre 1971 e 1979.
in The Guardian

Acho que apenas munidos desta informação já teríamos informação suficiente para nunca dizer termos o descaramento de dizer descomplexadamente “não há absolutamente qualquer possibilidade de um Tchernobyl” e estar mais que preocupados em tentar afastar as pessoas do raio de acção destas bombas nucleares em potência.
Mas não, os meios de informação para as massas continuaram e continuam, em mais de 90% dos casos, a contar esperanças, a difundir informações (ditas) oficiais e a fazer muito pouco jornalismo… verdadeiro.

E Fukushima para os japoneses é sinal de mentiras e mentirosos, mas parece que para a maioria dos meios de comunicação é uma fonte segura que serve de sustento de grande parte das linhas que escrevem todos os dias:

No final de Agosto de 2002, a agência japonesa de segurança nuclear concluiu que, desde os anos 1980, havia uma prática sistemática de ocultar problemas detectados nas inspecções à central de Fukushima – incluindo fissuras nas estruturas dos reactores.
A Tepco admitiu tudo e desculpou-se publicamente, apenas para descobrir, um mês mais tarde, mais oito casos de omissão de informação sobre problemas nos tubos de circulação primária da central de Fukushima.
Em 2006, a empresa encontrou dados falsificados sobre a temperatura da água de refrigeração de Fukushima-Daiichi em 1985 e 1988. E em 2007, um sismo de magnitude 6,8 provocou um incêndio noutra central nuclear – Kashiwazaki Kariwa, a maior do mundo.
In Público

Portanto, os mesmos que mentiram constantemente no passado são agora a fonte das esperanças recorrentemente apresentadas nos meios de informação.
Haverá alguma lógica nisto para além do desejo de apresentar uma visão distorcida da provável realidade? Talvez… talvez…

Em Dezembro de 2008 a organização de vigilância internacional para questões nucleares fez saber ao Governo japonês que as regras de segurança das centrais nucleares estavam ultrapassadas e que sismos fortes poderiam ser um «sério problema», avança a edição online do The Telegraph.
In Sol

Ao juntarmos todos os problemas identificados há décadas; as mentiras e omissões recorrentes dos responsáveis, com a informação de que as centrais não estavam devidamente preparadas para lidar com terramotos, ficamos com? Ficamos com uma molhada de factores que nos dizem directamente que o futuro das centrais em causa tenderá a ser pior do que o que está a ser retractado em 90% das notícias presentes nos meios de informação para as massas.
Com que bases sustentam então os meios de informação essa tendenciosa noção que insistem transmitir? Que interesse?

Quando abrem espaço àqueles pouco menos de 10% de informação real, ficamos com isto:

Especialistas nucleares lançaram dúvidas sobre a fiabilidade das informações oficiais disponibilizadas sobre o acidente na central de Fukushima, afirmando que estas seguiam um padrão de secretismo e ocultação verificados em outros acidentes em centrais nucleares. “É impossível aceder às leituras de radiação,” disse John Large, um engenheiro nuclear independente que trabalhou para o governo britânico e que foi nomeado comissário da Greenpeace para o relatório do acidente.
“As acções do governo japonês são totalmente contrárias das suas palavras. Evacuaram 180 mil pessoas mas dizem que não existe radiação.
In The Guardian

Portanto… sustentam maioritariamente as suas afirmações num copy\paste desconexo da realidade apresentado pelas (ditas) fontes oficiais, que mais parecem fontes oficiais para a mentira, e raramente penetram em profundidade nas questões.
Fontes oficiais que pouco mais são que encobridores oficiais da verdadeira história:

(…) o povo japonês continua a esperar em vão por informação fiável sobre a possibilidade de fusão do núcleo e de instruções úteis sobre como se proteger. O que, por exemplo, deverão fazer as 30 milhões de pessoas que vivem na área metropolitana de Tóquio se no futuro Edano anunciar radiações elevadas?
O mesmo está a ocorrer com as instituições japonesas, que estão a confundir o público da mesma forma que o gabinete do Primeiro Ministro. Nessas está incluída a agência nuclear, NISA.
In Der Spiegel

E não são apenas as instituições japonesas e o governo japonês que estão a manipular a forma como a informação está a chegar até às pessoas, com a conivência do copy\paste dos meios de informação para as massas, pois as instituições e governos internacionais também por lá pululam no barulho ensurdecedor da manipulação de informação, nas mentiras:

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que não há risco de radiação excessiva para a população japonesa que vive fora do perímetro de segurança em torno da central nuclear de Fukushima 1. Para já, também não existe risco fora do território japonês.
In Público

A Organização Mundial de Saúde a dizer tal barbaridade perante toda a informação que estava e está disponível? PARA JÁ não existe risco FORA do território japonês e no território japonês não existe risco para além da zona de exclusão?!?!?!
Podemos confiar nestes “monstros” que defendem quase exclusivamente interesses que não os das populações deste mundo?
VERGONHA!

Responsável das Ciências da Grã-Bretanha:

“Assumindo o pior dos cenários, acontecerá uma explosão”, disse. “Bem, isso é bem sério, mas será sério apenas para a área local. Não será um problema sério para outras áreas.”
Assumindo que os padrões de vento irão conduzir a radioactividade até Tóquio, não haverá “nenhum problema sério” para a saúde humana.
In Bloomberg

Inacreditável se não fosse verdade a inverdade monumental exposta nestas palavras de um “ser” que tem responsabilidades na defensa do respeito pelas bases com que a ciência deve proteger este nosso mundo!
Monumental… é única palavra que me vem à cabeça para adjectivar tal displicente comportamento!

Mas não ficamos por aqui…
Então o que disse a Agência de Energia Atómica ou, simplesmente, o braço político-cientifico da ONU para a energia nuclear?

O Secretário Geral da Agência, Yukiya Amano, diplomata japonês que assumiu o cargo em 2009 depois de lóbie intenso por parte de Tóquio. Amano e a sua equipa foram acusados de responsabilidade nas longas demoras na divulgação dos desenvolvimentos sobre o desastre em Fukushima.
“Depois de Chernobyl, todas as forças da industria nuclear foram dirigidas para o esconder deste evento, de forma a não manchar a sua reputação. Os acontecimento em Chernobyl não foram suficientemente estudados porque que tem o dinheiro para realizar esses estudos? Apenas a indústria nuclear. Mas a indústria não gosta disso,” disse Andreev à Reuters.
“Os japoneses foram demasiadamente gananciosos e utilizaram todos os centímetros de espaço. Mas quando se tem uma densa disposição na bacia de combustível usado, então terá um aumento das probabilidades de fogo, caso a água seja retirada da bacia,” disse Andreev.
In The Guardian

Podridão, dinheiro, interesses, são palavras que poderão qualificar a verdadeira essência do ser humano quando em presença de dinheiro a ganhar e de interesses.
Mas mais grave que isso, digo eu, é os meios de comunicação social ficarem agradavelmente à espera que esta carrada de seres asquerosos emitam comunicados pseudo-oficiais, ou seja mentirosos, para reportar em 90% das suas linhas editoriais aquilo que outros desejam que seja a verdade… quando na sua essência essas linhas escritas são apenas uma grande mentira.

Poucos foram os meios de informação que desde o início do acidente não seguiram o guião das informações (ditas) oficiais, as inverdades, e que deram lugar de destaque àquilo que hoje já é uma verdade quase inquestionável. E a verdade é que o que está a acontecer no Japão está a caminhar de forma imparável na direcção de um desastre total, que aparentemente irá continuar a ser “encoberto” na maioria das linhas editoriais da comunicação social deste mundo.
Mesmo assim há uma informação que está a ser recorrentemente “escondida” das páginas da comunicação social, mesmo naqueles exíguos 10% abertos à realidade:

“Cremos actualmente que a unidade 4 possa ter perdido uma parte significativa do seu inventário, se não mesmo toda a sua água,” disse Jaczko perante a Comissão de Audiência de Energia e Comércio. “O que sabemos da unidade 3, e reafirmo que a informação que temos é limitada, o que achamos é que também existe um rompimento na piscina de combustível usado da unidade 3, o que poderá conduzir à perda de água.”
“Estamos muito próximos do ponto sem retorno,” afirmou o Dr.Michio Kaku.
“Temos rompimentos, rompimentos nos silos… e se esses rompimentos aumentarem ou se acontecer uma explosão, estaremos a falar de Chernobyl, algo para lá de Chernobyl,” afirmou Kaku.
In ABC

Esta é muito provavelmente a real realidade da situação neste momento. Enquanto isso os nossos meios de (des)informação preferem dar lugar de destaque a algo que pessoalmente considero um desenho animado para a cabeça dos Zé Povinhos do mundo tal a sua insignificância, até mesmo estupidez:

Poucos minutos depois das 10.00 da manhã no Japão (2.00 em Portugal), helicópteros do exército atiraram água do mar (mais de 7.500 litros) para o reactor 3 (o mais perigoso porque contém plutónio em vez de urânio). No reactor 4 está prevista a injecção de água através de camiões preparados para o efeito.
In Diário de Notícias

Hmmm… os mesmos helicópteros que têm dificuldades em conseguir apagar um vulgar incêndio numa mata estão a ser usados para tentar fazer baixar temperaturas nos reactores que podem ultrapassar temperaturas quase incomensuráveis?!?!?!?!?!?!
Não sei se hei-de rir ou chorar tal o estado das coisas por lá, mas este poderá ser indubitavelmente um sinal que já estejam a tentar o impossível, a gastar os últimos cartuxos.
E mais simples ainda… meus senhores, se eles pensam que conseguem arrefecer os reactores com água lançada de helicópteros, então poderá ser porque o silo, que protege o mundo da radiação do reactor, está exposto, de outra forma seria apenas água contra as paredes do sarcófago nuclear… e se o silo está exposto…

O lançamento de água do mar a partir de helicópteros militares para tentar resfriar um dos reactores da usina de Fukushima 1 não surtiram os efeitos esperados e os níveis de radiação seguem altos no local, informou nesta quinta-feira a empresa Tokyo Electric Power (Tepco), que opera o complexo nuclear.
In Folha

Pois claro…

Conclusão:
Uma onda de mentiras inundou este mundo… mentiras compradas desde há décadas para que o mundo não se apercebesse da onda que já estava formada… e um tremor em formato de temor assumiu posição no mundo… exceptuando nos meios de informação para as massas que são quase apenas e só máquinas de impressão de mentiras… e por isso, grande parte do mundo vive ainda hoje como se não houvesse amanhã… o problema é que o amanhã pode não chegar como desejado hoje… pode não vir a ser um cantinho amado… pois poderá estar a caminho um tsunami nuclear…

Notícia do Expresso – Agência de segurança nuclear exclui acidente do tipo Tchernobyl
Notícia da ABC – Fukushima: Mark 1 Nuclear Reactor Design Caused GE Scientist To Quit In Protest
Notícia do The Guardian – Japan’s nuclear crisis: regulators warned of reactor risks
Notícia do Público – Escândalos e dúvidas na história da central de Fukushima
Notícia do Sol – Japão foi avisado sobre perigo de sismo nas centrais nucleares
Notícia do The Guardian – Japan radiation leaks feared as nuclear experts point to possible cover-up
Notícia do Spiegel – Japanese Leaders Leave People in the Dark
Notícia do Público – OMS: não há risco fora do perímetro de segurança
Notícia da Bloomberg – Radioactive Risk to Tokyo Limited Even in Worst Case, U.K. Official Says
Notícia do The Guardian – UN’s nuclear watchdog IAEA under fire over response to Japanese disaster
Notícia da France24 – Japan’s nuclear crisis is ‘uncharted territory’
Notícia da ABC – Nuclear Crisis: NRC Says Spent Fuel Pool at Unit Four Lost Massive Amounts of Water; Japan Disputes Claims
Notícia do Diário de Notícias – Helicópteros lançam água para evitar fusão
Notícia da Folha – Operação com helicópteros fracassa e níveis de radiação seguem altos em Fukushima

About minhamosca

Em busca de mais conhecimento

Posted on 17/03/2011, in Ambiente, Artigos, Corrupção, Energias, Saúde and tagged , , , , , , , , , , , . Bookmark the permalink. 3 comentários.

  1. Dissonante

    Eu estou chegando à conclusão que a mídia apenas reflete a preferência do Zé povinho, que prefere o conforto de falsas boas notícias para manterem seus sonhinhos intactos… Os realistas são considerado pessimistas… Quem quer bancar o chato do pessimista?

    • Eu banco de pessimista “chato”🙂
      Infelizmente o pensar do Zé Povinho acaba invariavelmente por ser uma imagem do tipo de informação que os média generalistas disponibilizam – esse é o grande poder dos meios de comunicação. Infelizmente a maioria das pessoas tem o seu sentido crítico desligado, nem sequer coloca em questão se a informação que lhe é disponibilizada é verosímel… vão na onda… por vezes enganadora, até mesmo mentirosa…

      • Lol, a quem dizes. Sei de umas quantas pessoas, por exemplo, que caem de amores pela revista Visão. Mas aquando cá o uehPro, fomos entrevistados, eles escreveram uma coisa completamente errada daquilo que dissemos acerca de um prestigiado artista português. As pessoas que lerem aquilo no entanto, vão ficar com a ideia daqui que está escrito na Visão.

        Isto só para dizer que não foi preciso eu ir muito longe para eu apanhar uma gafe deles😄 Eles até vieram ter connosco!
        Mas os media não só enganam por erro ou acidente. Por vezes a informação é manipulada por alguém, directamente na publicadora (falando com a gerência, subornando-a ou ameaçando-a), ou pelos spin-doctors: Que têm várias estratégias de manipulação, como distorcer os resultados de uma sondagem privada cujos jornalistas só fazem Copy+Paste!!!

        E depois, vão patinar na conversa com os outros”!!😄

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: